Começando pelo principio(já vos contei a minha história e da minha professora da primária?), todos nós, como belos estudantes que somos, e que transpusémos(no meu caso não) o nosso querido 10º(para ser lido “décimo”) ano, todos tivémos uma disciplina que muitos estudantes dizem adorar e querer seguir esta disciplina na faculdade, mas no fundo das entranhas do seu miserável ser, pura e simplesmente, odeiam-na.
Como todos vós, que estais a ler atentamente este pequeno texto, sabem que falo, portanto, da Filosofia.
___________________________________________________________________
INTRODUÇÃO
Começo esta breve introdução em apresentar a minha humilde teoria acerca da Filosofia. Está dividida em 3 tópicos, ou se preferirem, posso também dizer que se divide em 4 Pontos-Chave.
Ora, portanto, estava eu, adorado e lindo autor destes textos que vocês apreciam tanto(penso eu de que...), numa aula desta mesma disciplina que retrato e caracterizo nesta tese/teoria, quando reparo (ao fim de estar a receber contínua formação durante 2 anos (lê-se “dois anos”) desta preciosa e “usefull” (reparem que sou muito formado pois uso termos estrangeiros) desta disciplina, a Filosofia) que esta disciplina e consequente matéria, não têm interesse nenhum nem utilidade alguma para a nossa rica e preciosa, diria tambem bonita vida.
Na minha nobre opinião(por acaso já referi que além de ser nobre também é humilde?), penso que seja realmente necessária e importante a formaração/elaboração/estruturação de uma teoria/tese acerca das Coisas Inúteis da Vida, com tema focado na Filosofia pois já são bastantes os casos de pessoas que me dizem “oh caralho, tu és uma merda!” e eu portanto, concordo com essas pessoas e sei que no fundo elas queriam-me dizer “oh xrofa, faz lá uma teoria sobre a Filosofia” e eu, pronto, fiz.
Para findar a minha pequena introdução que ainda está pequena e para sintetizar esta introdução, a Filosofia é uma absoluta perda de tempo. Vamos, assim com este pensamento, partir para A Teoria das Coisas Inúteis da Vida Parte.2 15-C – A Filosofia.
___________________________________________________________________
TEORIA DAS COISAS INUTEIS DA VIDA - A FILOSOFIA
Os meus três tópicos, ou se quiserem, quatro Pontos-Chave desta minha teoria que irei definir ao longo deste meu sério texto, podem ser definidos como:
- O Filósofo
- A Actividade Filosófica
- Filosofia Vs. Culinária
- A Filosofia em Si
Diziam os grandes sábios do sec. VI a.C em Roma(eu não sei ao certo, mas eles devem ter dito algo parecido com isto) que todos estes três/quatro elementos interagem entre si, num octaedro de extrema complexidade estrutural e ambiental, elas são dependentes umas das outras, sendo assim não há Filosofia sem filósofo, não há culinária sem Filosofia, etc...formando, portanto e como diziam esses tais sábios, um octaedro de complexidade estrutural e ambiental, sendo ás vezes confundido com um paralelepipedo(peço desculpa se estir mal escrito) estrutural, mas a particularidade é de que no paralelepipedo, não tem complexidade ambiental ao invés do octaedro.
Contudo pode-se dizer que num processo filosófico como o acto de pensar, o Filosofo é um membro importante, sendo assim, deste modo, inútil. O Filósofo é, digamos o cérebro/combustivel de toda a paralelepidedo-complexidade que envolve, já dizia Tales de Mileto e Aristoteles, o pensamento o que eu contraponho dizendo “Tretas!”, para mim, filosofar é como o Natal, é quando o homem, mulher, criança, cão, gato ou outro qualquer animal ruminante quiser, ou seja, não é nada!
A Actividade Filosófica em si, é como diz um grande sábio meu amigo com quem tenho longas conversas instantaneas através do MSN Messenger tendo á pouco tempo mudado para Windows Live Messenger, “uma cena que só se faz quando não se tem mais nada que fazer” para mim não deixa de ser o belo do acto de dizer tudo mas no final constatar que não se diz nada, como por exemplo o que nós encontramos ali no E’Leclerc as caixas das mesas de madeira com o seguinte aviso: “aparafuse o parafuso com uma chave de parafusos adequada às condições do parafuso oferecido com este kit, aparafusando em todas as condições de segurança, e da melhor forma possivel...”, acho que esta frase retrata na sua plenitude a completa paralelepipedo-complexidade da actividade filosofica.
Vamos passar ao nosso 3º(para ser lido “terceiro”) tópico/ponto-chave desta minha completa, linda, bonita, actual, bem estruturada, fofa, apetecivel, apetitosa, que-ao-olhar-nos-dá-uma-certa-vontade-de-apalpar-e-até-vontade-de-lhe.dar.uns.bons-e-valentes-tabefos-digamos-,-chapadinhas-ou-até-tapinhas-como-dizem-os-nossos-irmãos-brazucas, que...onde é que eu ia??..ahhhh, sim...a teoria.
A Filosofia Vs.(para ser lido “versus”) Culinária é dos tópicos mais controversos desta minha teoria, portanto irei apresentar todas as minhas ideias sobre esta problemática que tem andado na boca de todo o mundo e que espero, portanto que fique aqui, findada esta problemática, começando...Todos distinguimos intuitivamente as coisas que fazemos daquelas que nos acontecem.Parta seis ovos e misture apenas as gemas. Nas coisas que fazemos há uma certa causalidade ou iniciativa que parte de nós. Bata agora as claras em castelo até formar um belo castelinho. Naquelas que acontecem, limitamo-nos a ser receptores de efeitos que nós não iniciámos. Junte agora as gemas á farinha(previamente colocada num recepiente escolhido ainda previamente para o devido efeito).
Comprar uma cautela é algo que eu faço, que me saia a lotaria é algo que me acontece. Pode juntar agora o açúcar á farinha e começar a mexer bem até fazer uma espécie de mistela. Suicidar-me é algo que eu faço; morrer é algo que me acontece. Enquanto vai mexendo a mistela junte água a ferver e mexa até fazer, assim, uma papa. Quando o ladrão me rouba a carteira, o roubo da minha carteira é algo que o ladrão realiza, faz, mas é algo que me acontece. Pode começar agora a derreter o chocolate preto. A causa ou origem da acção está no gatuno, não em mim. Junte um pouco de açúcar às claras batidas em castelinho e bbata-as novamente.
Ele rouba-me e eu sou roubado. Deixe acalmar agora o chocolate quente até ele ficar assim meio morno( sugestão: coloque o tacho com o chocolate em água fria para este esfriar). Entre as coisas que fazemos, fazemos umas voluntariamente, porque queremos fazê-las, enquanto outras fazemo-las sem querer. Misture tudo, bata tudo muito bem e leve ao forno. Fazemos voluntária ou intencionalmente as coisas que fazemos querendo fazê-las, conscientemente e propositadamente. Deixe tudo no forno durante aproximadamente, 45 minutos. Em tais casos dizemos que temos a intenção, o propósito de fazer o que fazemos. Pode servir ainda quente, acompanhando com chá ou café, conforme o gosto. Cantamos porque queremos, mas ressonamos ainda que não queiramos.
Penso que após a leitura deste pequeno texto da minha autoria, ficará resolvido e terminado a problemática da Filosofia Vs. Culinária.
A Filosofia em si é, como eu já referi lá para cima, uma completa perda de tempo, uma inutilidade, a única das utilidades da Filosofia é de a própria Filosofia ser Inútil, ou seja, eu mesmo estando aqui a escrever esta teoria, estou a Filosofar, mas ao mesmo tempo, é como se estivesse a não fazer nada.
Falo agora do estilo dos Filósofos, eu não sei como é, pois nunca conheci um filósofo a sério, mas um dia conheci um velhino, opá, lá estou eu, é idoso que se diz!..idoso!..continuando, era um velhinho/idoso que era assim baixinho, que o unico cabelo que possuia na sua brilhante cabeça era nas orelhas e no nariz, cheirava mal, mas mesmo assim, tinha estilo. Ele era grande – sou mesmo uma pessoa instável/desiquilibrada e com pouca credebilidade, ainda ali em cima disse que a porra do velho era baixo, e agora já estou a dizer que ele é grande...
Mas pronto, para mim, aquele senhor tinha estilo/pinta de Filósofo, ele podia só saber contar as ovelhas ou as carraças que o gado dele possui, mas é Filosofo!
___________________________________________________________________
CONCLUSÃO
Acabei de escrever este texto todo, com nenhuma finalidade e escrevi tudo, mas no final não disse nada, espero só que este texto sirva para algo, nem que seja apenas para aumentar a vossa vontade de me cortarem os braços e pernas e logo de seguida me lançarem a uma piscina repleta de crocodilos e piranhas. Prevejo também que este texto serviu como um estimulante para me bombardearem com insultos de várias naturezas. Agora, e mais do que nunca, sinto me como um verdadeiro velhinho com pêlos nos ouvidos e no nariz, ou será melhor dizer...um Filosofo!
Por estas razões concluo que pim pa pa pa pum pum pam pa pa ta ta tatatata ratapum pum pim pim pah pah ratatatata..coiso!
Com os meus mais sinceros cumprimetos e um obrigado por ter lido a ler este texto inutil até ao fim,
Enviovlávia a Terapeutica (para ser lido “xrofa”)
in Teorias das Coisas Inúteis da Vida Parte 2 15-C – A Filosofia